Quando eu perder a minha virilidade,
E tu perderes a tua sensibilidade,
Como afirmou o Veda feito Homem,
Que pretendia a energia gratuita que todos consomem,
A humanidade está no fim.
Pelo menos para mim ,
Que já não consumo o ato;
E cada ano que passa,
E tu achas que fico mais chato;
E ressono,
E achas que já não sou mais o teu dono.
Mas na verdade, eu abono:
Por mais que me critiques,
Só não quero que me compliques
A minha vida.
Ainda ontem recebi o meu irmão,
No espaço que ele próprio põe em questão,
E que a descendente, disse logo que não,
quando se lhe era atribuída.
e eu tenho uma grande ferida:
O pós guerra colonial já lá vai há que tempos,
ainda não deixou esses momentos
Traumáticos.
Tem medo de dormir só.
Agora que foi banido por um bandido só,
Ao momento,
Da família.
Que acha que ele tem que estar sempre de vigília;
que pelo seu sofrimento,
Nem sente dó.
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
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