Morreu
Morreu quem muito cresceu.
Era o quarto homem mais rico de Portugal.
Afinal,
Tinha comportamento de pobre.
Destruía para voltar a construir.
Era assim que ele fazia.
Enquanto estudava, trabalhava.
Até casava, com uma farmacêutica,
Que o presenteou com três filhos.
E assim decidiu: porque como ele afirmou,
Pior do que decidir, é decidir a desoras.
Até admitiu o erro, no caso da Sonae Indústria.
Quanto a mim, houve outro que ficou por assumir,
Embora não seja esta a hora para o referir;
O de nos jornais publicitar
Que a então empresa Modelo e Continente,
Um dividendo de cinco euros ia dar.
Acabou, pelos cinquenta cêntimos,
Por se ficar.
E assim, a quente, o incauto pelo cano lá ia entrar.
Porque preferencialmente,
Era na bolsa que ele entendia
Se dever financiar.
Paz à sua alma!
Perdoo-lhe porque também o usei na questão do seu banco;
e cartão de crédito.
Universo.
Foi um berço,
Que encontrei;
E que desfrutei.
Havia quem me criticasse;
com aquela forte crítica de rua.
Mas pela sua ranhura que o passasse,
que a comissão seria sua,
Se para tal bastasse...
Cada vez mais me convenço;
Quando não segui os seus passos nos casamentos,
Estava condenado a ter sucessos suspensos.
É assim que penso!
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Quem com felros...
No João Lourenço
Que rasgou os acordos estabelecidos
Com Eduardo dos Santos.
A exonerações de várias administrações de empresas estatais, dos setores do petróleo, de diamantes, minerais,
Sonangol e Endiama além da comunicação social;
banca pública comercial e Banco Nacional de Angola,
anteriormente nomeadas por José Eduardo dos Santos,
Desde 75, o grande artola.
Fez muito bem!
Olha quem?!
Ao retirar o aval do Estado Angolano ao BES,
De milhares de milhões,
Foi em Portugal o início das consomissões.
Centeno, já investiu em pleno,
Neste pouco tempo de geringonça,
Mais de nove mil milhões!
Mas aquele amigo da onça,
Ainda continua presidente do MPLA.
Até lá, para 2022,
Veremos o que se passará.
Uma lição há já a tirar:
Quem com felros melros,
Melros felros...
Será que precisa de tradução,
Ou não?
Já que há que legendar os filmes
Do Português Europeu para o do país irmão...
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Claro
Claro que está visto:
As portuguesas são as campeãs
Em tomar calmantes.
Todas as noites,
Quando não é,
até
nas manhãs.
Pois a burocracia deixa marcas.
Estudos e mais estudos.
que exigem os nossos graúdos
Do retângulo.
A maior área ardida nacional,
Mortes tantas que já tarda o memorial.
E eu acho mal,
Porque aqui ao pé,
É só passar o rio,
Pagou-se e pronto.
Aqui não se paga nada.
Até o javali que na autoestrada destruiu a ambulância.
O tribunal de Valença não se achou com competência.
e foi para o Administrativo e Fiscal.
De Braga,
que não dá em nada,
Ou como eu ainda se verá condenada,
Injustamente, pois não tinha testemunhas,
que mentissem por quantos dentes tinham,
Como fez a outra parte.
Se fosse o problema em Valencia,
Até uma refeição à valenciana,
Seria para toda a corporação.
Justiça sem perdão!
Até para pedir um simples documento,
é um tormento,
como foi até para casar,
Estudar...
Quem a mandou lá me gerar?
Não era melhor ter ficado cá com os filhos?
Ela que fala que teve X abortos,
Poderia ser mais Y!
Mas nunca tomou nada.
Não quer:
Quando enviuvou e o médico de família lho prescreveu,
Com ele bem não se sentiu,
E a ela própria o proibiu.
É a honrosa exceção,
deste desnorte de medicação...
As portuguesas são as campeãs
Em tomar calmantes.
Todas as noites,
Quando não é,
até
nas manhãs.
Pois a burocracia deixa marcas.
Estudos e mais estudos.
que exigem os nossos graúdos
Do retângulo.
A maior área ardida nacional,
Mortes tantas que já tarda o memorial.
E eu acho mal,
Porque aqui ao pé,
É só passar o rio,
Pagou-se e pronto.
Aqui não se paga nada.
Até o javali que na autoestrada destruiu a ambulância.
O tribunal de Valença não se achou com competência.
e foi para o Administrativo e Fiscal.
De Braga,
que não dá em nada,
Ou como eu ainda se verá condenada,
Injustamente, pois não tinha testemunhas,
que mentissem por quantos dentes tinham,
Como fez a outra parte.
Se fosse o problema em Valencia,
Até uma refeição à valenciana,
Seria para toda a corporação.
Justiça sem perdão!
Até para pedir um simples documento,
é um tormento,
como foi até para casar,
Estudar...
Quem a mandou lá me gerar?
Não era melhor ter ficado cá com os filhos?
Ela que fala que teve X abortos,
Poderia ser mais Y!
Mas nunca tomou nada.
Não quer:
Quando enviuvou e o médico de família lho prescreveu,
Com ele bem não se sentiu,
E a ela própria o proibiu.
É a honrosa exceção,
deste desnorte de medicação...
Harriflash
Num exame.
Com cem perguntas.
Todas juntas,
São o corolário,
O calvário,
De um ano de trabalho.
Ou ainda mais...
Só será alterado lá para as calendas;
2019, segundo se crê.
Entretanto,
Há uma aplicação
Para telefone inteligente,
Que passa tudo a pente:
Perguntas que saíram anteriormente,
E remetendo para o estudo.
Não ocupar a cabeça com outras coisas que tais,
é o que eu peço.
e mereço,
Que não se estude mais...
Por agora,
Pois, quando for a hora,
Há que se debruçar mais.
Eu não comprei o Harrison,
Mas um idêntico sobre astrologia.
Estava escrito que um dia,
Aqui o sobrinho da tia são,
iria despender um dinheirão
Para o deixar em cima da mesa de vidro,
O tempo inteiro...
Como que num flash,
Ao som da música o Apache,
dos anos sessenta
só instrumental,
para que afinal,
Não te percas nas palavras.
Como ontem no filme que vi.
Ela era professora universitária de literatura.
Ficara viúva.Estava a ter uma vida dura.
E pediu aos alunos um poema sem palavras...
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Diz-me
Nas obras do novo continente.
Aqui em, Braga,
De repente,
Lembrei-me dum provérbio de trazer por casa:
Aqui em, Braga,
De repente,
Lembrei-me dum provérbio de trazer por casa:
"Diz-me o que tens e aonde"
Como a providência cautelar deixou de fazer efeito,
As obras vão ser retomadas.
E a dona do terreno,
Que por acaso é a Igreja,
Vai ter massa que não cabe na bandeja:
13100 euros mensais!
Bom, que há que dizer mais?
Que um simples bem que tem na terra,
Equipara-se à imoral reforma de um Rocha Vieira,
Mas esse chorou, quando a 20 de Dezembro de 1999
A bandeira portuguesa arreou,
Do último reduto do império.
Mais um ou outro ex governante,
Como o Mira Amaral,
Verdadeiramente tratante,
Que temos que achar muitíssimo mal:
Nada que se compare com a adequada
que o Ramalho Eanes leva pra casa.
E os lugares que a Igreja tem no céu,
Que desde os inícios dos tempos tudo aponta
Que sejam eternos, como os da terra?
A não ser que a Sonae, aguenta-se não se aguenta, será que cai?
É melhor nem fazer a conta como faço eu...
Andei eu a levar cabides
Como simples passatempo,
Para a malvada os despejar, os dela e os do quarto ao lado
Como me demonstrou o Bento.
Precisava mesmo era de um Cabido.
Cabides já não são das minhas lides...
Como a providência cautelar deixou de fazer efeito,
As obras vão ser retomadas.
E a dona do terreno,
Que por acaso é a Igreja,
Vai ter massa que não cabe na bandeja:
13100 euros mensais!
Bom, que há que dizer mais?
Que um simples bem que tem na terra,
Equipara-se à imoral reforma de um Rocha Vieira,
Mas esse chorou, quando a 20 de Dezembro de 1999
A bandeira portuguesa arreou,
Do último reduto do império.
Mais um ou outro ex governante,
Como o Mira Amaral,
Verdadeiramente tratante,
Que temos que achar muitíssimo mal:
Nada que se compare com a adequada
que o Ramalho Eanes leva pra casa.
E os lugares que a Igreja tem no céu,
Que desde os inícios dos tempos tudo aponta
Que sejam eternos, como os da terra?
A não ser que a Sonae, aguenta-se não se aguenta, será que cai?
É melhor nem fazer a conta como faço eu...
Andei eu a levar cabides
Como simples passatempo,
Para a malvada os despejar, os dela e os do quarto ao lado
Como me demonstrou o Bento.
Precisava mesmo era de um Cabido.
Cabides já não são das minhas lides...
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