No mundo em que vivemos.
Vai uma personal trainer,
A exemplo do mítico Jacinto,
Só porque uma relação não vingou,
Casa-se com ela mesma,
Numa relação à maneira.
Muito pessoal, diria.
Vai uma personal trainer,
A exemplo do mítico Jacinto,
Só porque uma relação não vingou,
Casa-se com ela mesma,
Numa relação à maneira.
Muito pessoal, diria.
É o que eu sinto:
As pessoas destacam o seu umbigo.
Não querem outro castigo.
As pessoas destacam o seu umbigo.
Não querem outro castigo.
Como os animais de companhia,
Que quando vêem um presidente de fogo,
Dão às de vila diogo,
Ou tentam arranhá-lo na tela,
Como se fosse a trampa que evacuaram,
E há que tapar para mal não cheirar.
Que quando vêem um presidente de fogo,
Dão às de vila diogo,
Ou tentam arranhá-lo na tela,
Como se fosse a trampa que evacuaram,
E há que tapar para mal não cheirar.
Ou aquela americana que foi detida 27 anos depois,
Pois matara a ex-mulher do futuro marido,
Surgindo de palhaço com umas flores
E uma pistola que dispara sem mácula.
Após, disparar, calmamente vai embora,
No seu carro branco sem matrícula.
Pois matara a ex-mulher do futuro marido,
Surgindo de palhaço com umas flores
E uma pistola que dispara sem mácula.
Após, disparar, calmamente vai embora,
No seu carro branco sem matrícula.
As autoridades sempre acharam o caso bizarro,
Mas novas provas de ADN comprovam que foi mesmo ela,
A culpada da morte de Marlene,
O larro foi mesmo apanhado.
Mas novas provas de ADN comprovam que foi mesmo ela,
A culpada da morte de Marlene,
O larro foi mesmo apanhado.
Adorei o debate de Saramago, ateu empedrenido,
Com o sacerdote e poeta, sobre o livro Caim
E as suas palavras proferidas naquele domingo em Penafiel.
Aquele que entendia, que para fazer um ateu como ele,
É necessário um altíssimo grau de religiosidade.
Na verdade, ele era aspirante à sacralização.
Deus sendo o silêncio do Universo e o Homem, qual mago,
Não fosse ele o mais puro dos puros,
O grito que dava sentido a esse silêncio divino.
Melhor: estava empapado de valores cristãos.
Que no "livro de disparates", adorava a parábola do semeador,
A semente que cai na pedra.
Era a preferida deste radical, mas não intolerante, empedrenido que podia percorrer as sete ou oito bíblias que possuía.
Com o sacerdote e poeta, sobre o livro Caim
E as suas palavras proferidas naquele domingo em Penafiel.
Aquele que entendia, que para fazer um ateu como ele,
É necessário um altíssimo grau de religiosidade.
Na verdade, ele era aspirante à sacralização.
Deus sendo o silêncio do Universo e o Homem, qual mago,
Não fosse ele o mais puro dos puros,
O grito que dava sentido a esse silêncio divino.
Melhor: estava empapado de valores cristãos.
Que no "livro de disparates", adorava a parábola do semeador,
A semente que cai na pedra.
Era a preferida deste radical, mas não intolerante, empedrenido que podia percorrer as sete ou oito bíblias que possuía.
Tanto exemplar igual,
Disparate, afinal!
Disparate, afinal!



















