- ENTAO, ONDE VAI?
Perguntava-me insistentemente, aquele que respeito mais, que a memória do meu pai.
É que, para ele, mais do que físico, o AMOR é belo, gigante.
Toca-me como a mais perfeita de todas as harmonias...
O AMOR é a mais perfeita certeza, dirias.
Perguntava-me insistentemente, aquele que respeito mais, que a memória do meu pai.
É que, para ele, mais do que físico, o AMOR é belo, gigante.
Toca-me como a mais perfeita de todas as harmonias...
O AMOR é a mais perfeita certeza, dirias.
Atento na cento e setenta e seis:
'Hoje são três de março... é véspera da (...) partida."
Mais do que a Bíblia que não termina com um FIM, parece que fala de ti; parece que fala de mim.
Desculpa não ter acabado a " Minha filha Inês'.
Estava destinado que o levarias nas tuas merecidas férias.
Só que eu, só há pouco o acabei.
Até o pássaro cantou.
Já está às tuas Mercês.
Mas até te estragou
O que havias estipulado.
Às vezes, as coisas não acontecem por acaso.
Acontecem, porque há um determinismo.
Não me digas que sou um abismo,
É que, senão, cismo.
E uma cisma é pior que uma doença.
Sinto os galos ao longe, a cantar.
Sei que finalmente vais viajar.
E a Bíblia, surgida duma tipografia de Amares,
Cuja impressão, é nos típicos Modelos,
Numa extensão que vai da parafarmácia,
Ao fim da cafetaria onde o pai do Gonçalo, do Joaquim, enfim,
Ao pé de mim se sentaria,
Finalmente vai repousar.
Mas vai ficar à cabeceira,
Qual Bíblia que convém ter à beira...
Voa joaninha, como a personagem que o Joaquim viu no monte.
Ao pé havia uma fresca fonte,
Tantas vezes entrei nas suas entranhas...
Até lhe medi a sua extensão.
Que saciavam as cabras, as ovelhas
Que hoje não amanhas.
E a chuva canta aqui já por cima,
Que mais parece o carro que alguém abomina.
Às vezes fico sem saber,
Se estou num móvel se num imóvel;
Se alugo se arrendo num preciosismo de um catedrático de direitos reais, qual Orlando de Carvalho, mítico de mais.
Se estou fora, se dentro da obra; que, senhora, não Levais...
'Hoje são três de março... é véspera da (...) partida."
Mais do que a Bíblia que não termina com um FIM, parece que fala de ti; parece que fala de mim.
Desculpa não ter acabado a " Minha filha Inês'.
Estava destinado que o levarias nas tuas merecidas férias.
Só que eu, só há pouco o acabei.
Até o pássaro cantou.
Já está às tuas Mercês.
Mas até te estragou
O que havias estipulado.
Às vezes, as coisas não acontecem por acaso.
Acontecem, porque há um determinismo.
Não me digas que sou um abismo,
É que, senão, cismo.
E uma cisma é pior que uma doença.
Sinto os galos ao longe, a cantar.
Sei que finalmente vais viajar.
E a Bíblia, surgida duma tipografia de Amares,
Cuja impressão, é nos típicos Modelos,
Numa extensão que vai da parafarmácia,
Ao fim da cafetaria onde o pai do Gonçalo, do Joaquim, enfim,
Ao pé de mim se sentaria,
Finalmente vai repousar.
Mas vai ficar à cabeceira,
Qual Bíblia que convém ter à beira...
Voa joaninha, como a personagem que o Joaquim viu no monte.
Ao pé havia uma fresca fonte,
Tantas vezes entrei nas suas entranhas...
Até lhe medi a sua extensão.
Que saciavam as cabras, as ovelhas
Que hoje não amanhas.
E a chuva canta aqui já por cima,
Que mais parece o carro que alguém abomina.
Às vezes fico sem saber,
Se estou num móvel se num imóvel;
Se alugo se arrendo num preciosismo de um catedrático de direitos reais, qual Orlando de Carvalho, mítico de mais.
Se estou fora, se dentro da obra; que, senhora, não Levais...

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