Talvez seja...
Talvez na Terra outra igual se veja:
Uma concha de beleza,
Presenteada pela Natureza.
Aquela mancha de carvalheiras,
Na bordadura da vinha de bardo;
Com o colorido que brota das leiras,
Como que Deus lançasse um dardo.
A bátega abraçou a casa retelhada.
Mais quarenta anos de tranquilidade,
Para quem despende cá a sua mesada.
Mas, o bailado da chuva tocada a vento,
Transporta para um imaginário de saudade
Que não consegue suportar um só pensamento.
quarta-feira, 4 de abril de 2018
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