terça-feira, 16 de maio de 2017
Generosidade
Não tem conta!
Tudo aponta,
Para mais da centúria...
Mas foi por tanto lado,
Do Continente ao Portugal insular;
Do povoadíssimo litoral ao interior a se despovoar.
Onde agora se criou a segunda praia para cães,
Iniciei eu a dádiva para os racionais.
Portimão, tinha algo para mim,
Até que por fim,
Se esqueceram.
Ponta Delgada já nem o hospital lá possui.
Foi deslocado,
Como eu me vi assim mudado.
Mas ontem foi a segunda vez,
Talvez,
Seja lá para sempre!
É que são de um trato tão diferente,
Aquela nem parece a gente
Do meu país...
Hospital da Esperança,
Quando eu considerava da morte.
Que sorte,
Ser esclarecido...
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