Claro que está visto:
As portuguesas são as campeãs
Em tomar calmantes.
Todas as noites,
Quando não é,
até
nas manhãs.
Pois a burocracia deixa marcas.
Estudos e mais estudos.
que exigem os nossos graúdos
Do retângulo.
A maior área ardida nacional,
Mortes tantas que já tarda o memorial.
E eu acho mal,
Porque aqui ao pé,
É só passar o rio,
Pagou-se e pronto.
Aqui não se paga nada.
Até o javali que na autoestrada destruiu a ambulância.
O tribunal de Valença não se achou com competência.
e foi para o Administrativo e Fiscal.
De Braga,
que não dá em nada,
Ou como eu ainda se verá condenada,
Injustamente, pois não tinha testemunhas,
que mentissem por quantos dentes tinham,
Como fez a outra parte.
Se fosse o problema em Valencia,
Até uma refeição à valenciana,
Seria para toda a corporação.
Justiça sem perdão!
Até para pedir um simples documento,
é um tormento,
como foi até para casar,
Estudar...
Quem a mandou lá me gerar?
Não era melhor ter ficado cá com os filhos?
Ela que fala que teve X abortos,
Poderia ser mais Y!
Mas nunca tomou nada.
Não quer:
Quando enviuvou e o médico de família lho prescreveu,
Com ele bem não se sentiu,
E a ela própria o proibiu.
É a honrosa exceção,
deste desnorte de medicação...
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
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