Morreu
Morreu quem muito cresceu.
Era o quarto homem mais rico de Portugal.
Afinal,
Tinha comportamento de pobre.
Destruía para voltar a construir.
Era assim que ele fazia.
Enquanto estudava, trabalhava.
Até casava, com uma farmacêutica,
Que o presenteou com três filhos.
E assim decidiu: porque como ele afirmou,
Pior do que decidir, é decidir a desoras.
Até admitiu o erro, no caso da Sonae Indústria.
Quanto a mim, houve outro que ficou por assumir,
Embora não seja esta a hora para o referir;
O de nos jornais publicitar
Que a então empresa Modelo e Continente,
Um dividendo de cinco euros ia dar.
Acabou, pelos cinquenta cêntimos,
Por se ficar.
E assim, a quente, o incauto pelo cano lá ia entrar.
Porque preferencialmente,
Era na bolsa que ele entendia
Se dever financiar.
Paz à sua alma!
Perdoo-lhe porque também o usei na questão do seu banco;
e cartão de crédito.
Universo.
Foi um berço,
Que encontrei;
E que desfrutei.
Havia quem me criticasse;
com aquela forte crítica de rua.
Mas pela sua ranhura que o passasse,
que a comissão seria sua,
Se para tal bastasse...
Cada vez mais me convenço;
Quando não segui os seus passos nos casamentos,
Estava condenado a ter sucessos suspensos.
É assim que penso!
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário