Só quem vive num alto
Dá como um gigante, um salto.
Um pouco como um condor,
Que paira no alto como um senhor.
Vai assentar praça em Munique,
Uma gigafábrica que multiplique,
A existências de viaturas.
Petróleo, tu quanto tempo duras?
Já Marco Polo o conhecia,
Quando no século XIII para o oriente foi.
Mas o que ele não sabia,
É que de tanto uso, a sua cidade natal quase destrói.
Sonho um dia com a sua inexistência à escala global.
Tal como aconteceu em parte com o carvão.
Durante um tempo foi bom.
Até ao momento em que se soube que só fazia mal.
Claro que há forças de bloqueio.
Claro que nem tudo é um mar de rosas.
E quando te deslocas, não é paleio,
Fazes a figura das vaidosas.
Um mar de felicidade,
Acompanha a tua liberdade...
Mas sabes que mesmo na alta competição,
2030 acaba com os motores a combustão?
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
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