quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Lustro

Faz hoje um lustro.
O governante, caiu em logro.
Ao chegar de Paris,
Foi detido, o infeliz!

Já tinha sido avisado.
A justiça tinha que enfrentar.
O bem bom que estava a levar,
Tinha que ser bem explicado.

Nunca um compatriota meu,
Levou no estrangeiro uma vida assim.
Algo dizia que muito dano deu.
Ao povo que sofre sem fim.

Dormiu nos calabouços.
Saiu aos soluços.
Entraria na prisão por prevenção,
Saiu, porque não se podia ter tanto tempo assim um cidadão.

Ou se acusava,
Ou se ilibava.
Enquanto isso, junto ao mar se quedava.
Mais uma casa de amigo.

Só eu é que tenho inimigos sem fim.
Até a nos, vai descontinuar o email clix.
No dia seguinte ao S. valentim.
Que chatice!


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