Mentira.
A poesia faz-se não por alguém que delira,
Mas por alguém que a vida lhe fascina.
Por exemplo,
Não foi com cisma,
Que o WIR foi criado,
E que é suportado por 60 000 PMEs.
Acaba-se assim com os paraísos fiscais,
Não adianta acumular mais;
Pois a moeda local,
Produz o eco sistema natural.
Não compensa ser multimilionário.
Nestas moedas complementares.
Se desejares,
Adquires o teu armário,
Ao carpinteiro do bairro onde morares,
Que precisa desse teu numerário.
A democracia em vez dos só eleitos,
Deve ter os sorteados,
Como os jurados,
Desempenham melhor os seus papéis,
Sem estarem de pés e mãos atados.
Se não fosse assim,
Como teríamos o petrolífero estado Texano,
A dar cartas nas eólicas?
Quanto a mim, sem querer,
Utilizo uma espécie de moeda da Basileia,
De Bristol ou de Toulouse...
Embora a moeda social circulante local eu não a use
Como a Capivari, Saracuna , Prevê ou Cdd,
Como as experiências do Rio de Janeiro.
Primeiro,
Não sou eu que faço desaparecer as notas de quinhentos,
Ou mesmo as de duzentos ou mesmo cem.
Eu gasto todo o vintém.
Sou rico assim, também.
Disponibilizo o segundo carro que é complementar do primeiro de ninguém,
Também,
A alguém,
A quem posso proporcionar felicidade.
Isto sim, é viver de verdade...
O futuro, como escolhi para gravação no meu cartão, faz-se já hoje...
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
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