Por muito que me custe,
Tenho que aceitar:
A indústria bélica
Passou das armas brancas,
Como as espadas e os punhais,
Usadas por antigos e atuais.
Às de fogo, que os japoneses desconheciam,
Quando em Nagasaki os portugueses com elas viam.
Armas nucleares, que a Coreia e Vietname negaram,
Segundo crenças que Ufos desaconselharam;
biológicas, e finalmente as armas geofísicas.
Não. Não são intrigas.
O projecto Haarp no Alasca,
Mas também na Rússia e Noruega,
Consegue-se controlar placas tectónicas,
Nivel de radiação, temperatura atmosférica...
Os terramotos do Haiti,
E eu que não me engane,
Passaram por aí:
Era um país pobre, não originando crise diplomática,
Nem destruindo poços de petróleo,
Entrando em terrível guerra comercial,
Foi por isso, o perfeito alvo para os testes
Do tio Sam.
Para mais,
100 mil mortos, foi aquilo que a América denomina
De Efeitos Colaterais.
Embuste!
Se a Maria Vieira defende a postura do Trump,
Entrando com todos em contraciclo,
Devido ao seu Fernando Rocha,
Segundo as más línguas,
Que sempre houve ciclos de aquecimento
E arrefecimento na terra.
Será que o aquecimento é provocado
Com o aquecedor ionosférico...da aurora artificial?
Canhões de energia que vão vendo a luz do dia,
Até em lavagerm ao cérebro.
O El Ninho não estará já na origem da alteração climática
Do século XIV, segundo cientistas credenciados?...
sábado, 3 de junho de 2017
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