sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Animal nobre


Até que enfim que chegou o calor;
Estava a ver que só vinha para o natal.
Que pouca confiança.
Podes crer.
Se bem que para mim, bronze não é problema.
Então se não gostas do calor, mas do sol, porquê?

Para fazer brilhar o mundo que estou a olhar;
Para me aquecer a alma...
Uau!
Tudo isso é de uma profundidade e beleza incomparáveis.
Goza...
Gozava contigo, sob esse calor que te alimenta.
Não...calor não me alimenta.
O brilho do astro-rei, eu sei!
O que me alimenta é o brilho...a atitude positiva;
Das pessoas que me estão próximas.

Queres alguém mais próximo do que eu?
Nenhuma por muito chegada que te seja,
Está tão próxima a ti.
Estou a um clique de ti.
Mas era uma atitude bem positiva, podes crer.
Qual atitude? Estás a querer fazer-me passar por Dah!
Não te estou a querer fazer passar por nada.
Ninguém dá nada.
Apenas há uma coisa que queria:
Partilhar.

Bem, vou tomar banho, e nanar.
Ainda há pouco vim do mar de nadar.
Aos sábados e domingos nem pensar.
Poxa! pareces-me a minha cunhada a falar.

Também tens medo das multidões.
Eu adoro lá estar quando essas de lá sairam.
É quando o mar está mais apetecível,
Por mais que pareça incrível.

Como dizia uma certa pessoa sobre a coca cola
Primeiro estranha-se, depois, entranha-se.
É como a feira do cavalo limiano.
Há tanto animal, meio milhar entre exposição e competição.
Já tem um carisma internacional.
O edil já pensa em ampliar o espaço,
Para criar escolas de equitação
E tornar picadeiros cobertos.

É que o cavalo é um animal nobre;
O nosso garrano é um parente pobre:
A minha mãe até lhes chama burros,
Por destruirem a horta.

Até a Mariza esteve cá.
Um custo quase simbólico;
Coisa que não acontecia no passado.
Claro que há os convites da câmara;
Agora é só um por funcionário.

Continua a haver portugueses de primeira e de segunda...

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