Amadeu Baptista
Na Galiza conquista,
O Espiral Maior.
Ele é portuense
O prémio é do dia que à nação pertence,
Patrocinado pelo Corte Inglês.
É o maior prémio de poesia ibérica
Economicamente dotado nesta literatura
E um dos melhores da União Europeia
No eido da poesia.
Quem, diria!
15000 euros que falta nos fazia...
E a publicação da sua obra
Numa antologia da Espiral:
2000 exemplares nunca são de sobra.
Ao certame concorreram 206 livros
De Galiza, Portugal e Brasil.
O melhor desta décima sexta edição;
Foi do júri essa a unânime opinião.
Não se entende como nos CPLP
Que termina hoje
E pretende afirmar o português no mundo
O galego não faça parte
Desta comunidade.
Só mesmo por maldade!
Alega-se problemas de soberania...
Que explicação! Quem diria!
É que aqui nem há descontinuidade geográfica,
Parafraseando Nino Vieira.
Está aqui mesmo à nossa beira.
Miscigenando-se culturalmente,
Desde há tempos ancestrais.
A região, não se esquecendo da nossa gente,
Dos nossos operários,
Dos nossos intelectuais,
Merece muito mais.
É uma verdade da mentira
Não de um qualquer Gonçalo Amaral,
Mas de um erro crasso
Que jamais vira!
Que as mãos que impedem
Que à comunidade a Galiza pertença,
Sejam amputadas
Como as do comandante Che...
Mas que em nenhum Conselho de Estado
Sejam guardadas.
É que foram mãos amaldiçoadas...
Amadeu Baptista
Na Galiza conquista,
O Espiral Maior.
Ele é portuense
O prémio é do dia que à nação pertence,
Patrocinado pelo Corte Inglês.
É o maior prémio de poesia ibérica
Economicamente dotado nesta literatura
E um dos melhores da União Europeia
No eido da poesia.
Quem, diria!
15000 euros que falta nos fazia...
E a publicação da sua obra
Numa antologia da Espiral:
2000 exemplares nunca são de sobra.
Ao certame concorreram 206 livros
De Galiza, Portugal e Brasil.
O melhor desta décima sexta edição;
Foi do júri essa a unânime opinião.
Não se entende como nos CPLP
Que termina hoje
E pretende afirmar o português no mundo
O galego não faça parte
Desta comunidade.
Só mesmo por maldade!
Alega-se problemas de soberania...
Que explicação! Quem diria!
É que aqui nem há descontinuidade geográfica,
Parafraseando Nino Vieira.
Está aqui mesmo à nossa beira.
Miscigenando-se culturalmente,
Desde há tempos ancestrais.
A região, não se esquecendo da nossa gente,
Dos nossos operários,
Dos nossos intelectuais,
Merece muito mais.
É uma verdade da mentira
Não de um qualquer Gonçalo Amaral,
Mas de um erro crasso
Que jamais vira!
Que as mãos que impedem
Que à comunidade a Galiza pertença,
Sejam amputadas
Como as do comandante Che...
Mas que em nenhum Conselho de Estado
Sejam guardadas.
É que foram mãos amaldiçoadas...

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